Publicado por: bikeanjorio | 20/12/2011

Doe uma bicicleta infantil para uma criança carente!

Amigos,

Tá um pouco em cima da hora, mas não custa divulgar.

O projeto lá em Sampa conseguiu ajuda dos correios (e vice-versa) para doação de bicicletas as crianças carentes.

Mais detalhes no e-mail enviado por eles, que replico aqui:

Você tem uma bicicleta infantil sem uso? Doe para uma criança carente!

Todos os anos, os Correios disponibilizam cartinhas com pedidos de crianças para o Papai Noel, para quem quiser fazer doações.

Um grupo de ciclistas retirou 20 cartas com pedidos de bicicletas. São crianças de 3 a 10 anos, que até hoje só andaram em bicicletas emprestadas e sonham em ter uma para brincar com os amigos que já têm.

Se você tem uma bicicleta infantil que não usa mais, mesmo com alguma peça quebrada, fale conosco – se possível até essa quarta-feira, 21 de dezembro!

Nós a consertaremos e enviaremos aos Correios, para que sejam entregues como se o Papai Noel tivesse enviado.

Os Correios não costumam fazer a entrega, mas como o custo do envio de uma bicicleta é alto, abriram uma exceção para nós.

As cartas que não encontrarem “padrinhos” precisarão ser jogadas no lixo. Não vamos deixar que isso aconteça com o sonho dessas crianças.

Entre em contato pelos e-mails contato@vadebike.org, bikeanjo@gmail.com!

Obrigado!

Publicado por: bikeanjorio | 20/10/2011

Balada Bike Anjo em São Paulo

Amigos,

Para apoiar o Bike Anjo estamos com um projeto no “Catarse.me” para angariar fundos a fim de fazermos um sistema que gerencie os pedidos de ajuda aos Bike Anjos. Veja detalhes na página Apoie o Bike anjo.

Bem, uma das ações para angariar fundos é uma balada que vai rolar neste fim de semana em Sampa, toda a arrecadação vai para o projeto no Catarse.me. Veja o convite abaixo:

Balada Bike Anjo

Vai lá, divulgue!

Por Robson Combat

Publicado por: bikeanjorio | 04/10/2011

Oficina de manutenção oferecida pela Transporte Ativo

A Transporte Ativo ministrou a primeira oficina de manutenção de bicicletas aos Bike Anjos do Rio.

A oficina foi ministrada pelo Zé Lobo e teve o intuito de garantir que os Bike Anjos tenham capacidade de resolver pequenos problemas do dia a dia, além de poder auxiliar as pessoas que pedem ajuda em caso de alguma emergência.

Os Bike Anjos que estavam presentes serão – a partir de então – multiplicadores da informação, divulgando periodicamente aos outros Bike Anjos os ensinamentos ali passados.

Vejam mais detalhes da oficina no Blog da Transporte Ativo e no Blog A vida de bicicleta.

Agradecemos muito ao Zé Lobo e à Transporte Ativo, sempre juntos e presentes!

Publicado por: bikeanjorio | 23/09/2011

O primeiro Bike Anjo em Niterói

Como as coisas andavam devagar por aqui, estamos aos poucos fazendo tudo andar.

Acabamos de publicar um post com o relato de um Bike Anjo feito por mim, ajudando a Mariana, no Rio de Janeiro (http://bikeanjorio.wordpress.com/2011/09/23/o-primeiro-bike-anjo/).

Este aqui vai para divulgar o Bike Anjo que a Inglid Santana fez em Niterói, com o Marcos e a Karla. A Inglid tem muita experiência, sorte grande do Marcos e da Karla!

Abaixo o relato dela, na íntegra:


Olá colegas arcanjos,

Ontem, no dia Mundial Sem Carro, acessorei meus primeiros anjados aqui na terra de Araribóia. Estreei logo com um casal de anjos.

Marcos e Karla, há pouco mais de um mês, realizam o percurso casa – barcas – casa, de bicicleta. Novatos no mundo das bicicletas, decidiram que esse era um meio de transporte rápido e eficiente para se chegar ao centro de Niterói e foi assim que começaram a pesquisar mais sobre o assunto na internet e chegaram até nós. Ficaram entusiasmados com a proposta do Bike Anjo e nos pediram ajuda. Demoraram 20 dias para serem atendidos e estavam quase desistindo, mas sentiram-se recompensados quando começamos os primeiros contatos por e-mail prestando ajudas iniciais antes do encontro propriamente dito.
Como bike anjo posso dizer que eles demonstraram ter noções claras de como um ciclista deve se comportar no trânsito, tais como: pedalar sempre na mão e de preferência no bordo direito da pista, além de sinalizarem quando fossem seguir reto em uma rua que tivesse um cruzamento, atitudes essas que facilitaram em meu anjado. As demais dicas, na sua maioria simples e desconhecidas dos iniciantes, e que foram propostas a eles, se referem a ocupar 1/3 da pista mantendo assim uma distância segura do meio fio, sinalizar sempre que forem converter para direita ou esquerda e esperar no sinal como qualquer veículo. Importante frizar que segui o roteiro habitual deste casal com algumas pequenas alterações no percurso, por eles aprovadas. No final do dia, combinei com a Karla que a acompanharia de volta para casa em um roteiro por mim sugerido mais tranquilo e agradável. Ela gostou e repetiu no dia seguinte.
Acredito que a dedicação e coragem do casal fazem deles anjados aptos a andar no trânsito com desenvoltura. A experiência de pedalar no trânsito, vem com a prática e assim ficou aberto a eles esse canal de comunicação para esclarecimentos de dúvidas futuras e de uma rede de amigos.

Saudações ciclísticas,
Inglid
Bike Anjo – Niterói, RJ


E uma foto deles:

Por Robson Combat

Publicado por: bikeanjorio | 23/09/2011

O primeiro Bike Anjo no Rio

Este post foi publicado originalmente no Blog “A vida de bicicleta”, em duas partes. Aqui segue na íntegra.

Amigos, este é mais um relato. Desta vez é sobre a minha experiência fazendo o primeiro “Bike Anjo” aqui no Rio.

Espero que ele seja útil a todos que pensam em ser ajudados, espero também que sirva para as pessoas entenderem melhor o que é o projeto.

Será uma honra se servir de exemplo aos Bike Anjos iniciantes.

O pedido

Recebemos aqui no Rio – através do JP (Bike Anjo de Sampa) – um pedido de ajuda para pedalar, era a Mariana, ela desejava se deslocar diariamente de casa para a faculdade.

Na prática os pedidos são centralizados em São Paulo, onde o projeto nasceu e é a referência nacional. Estamos aqui no Rio nos organizando para receber os pedidos por aqui, mas isso é outra história.

O JP enviou o pedido aos voluntários do Rio e quem pôde se ofereceu a ajudar. No fim, por conta das disponibilidades, quem foi fazer o Bike Anjo foi eu.

No pedido, a pessoa já passa informações básicas, como origem, destino e horário desejado.

A confirmação

Após confirmada a disponibilidade, enviei e-mail à Mariana marcando data, horário e local.

Nesta confirmação segui todas as coordenadas da “Cartilha do Bike Anjo”: antes de partir para a parte prática, indiquei as leituras sobre dicas no trânsito dadas no site do Willian Cruz (vá de bike), estas leituras são fundamentais à pessoa orientada, sem as quais não aconselhamos partir para a parte prática.

Reproduzo-as aqui:

Partindo para a prática

No dia marcado, liguei para a Mariana alguns minutos antes para confirmar, tudo certo.

Ao chegar lá, a Mariana me aguardava na portaria, já pronta e equipada.

Mais uma vez segui a cartilha: bati um papo inicial para levantar a experiência dela com bikes, as necessidades, dúvidas etc. Enfim, fiz uma anamnese.

Expliquei sobre o projeto, sobre nossa responsabilidade e a dela, dei todas as orientações teóricas iniciais: falei sobre a regulagem da bike, equipamentos obrigatórios e de segurança, como usar melhor a bicicleta (utilização das marchas), como se portar no trânsito e como seria feita a pedalada inicial. Verifiquei as regulagens da bicicleta (freios, marchas etc.), ensinei a regular o capacete e partimos para a parte prática.

A parte prática consiste inicialmente em dar umas pedaladas por perto para avaliar a pessoa pedalando, sua postura, segurança e experiência. Apenas após esta observação é que temos condições de avaliar se a pessoa está apta a andar no trânsito, ou mesmo no trajeto solicitado.

No caso da Mariana, o trajeto era bastante tranquilo, ela tinha um privilégio de poucos: pedalar 100% do trajeto na ciclovia (ou na faixa compartilhada, em alguns momentos).

Como o trajeto era de fato seguro e tranquilo, começamos a pedalar já na ciclovia. Orientei-a sobre o nosso posicionamento: para lhe dar mais segurança e poder observá-la, pedalava sempre um pouco atrás dela.

Chamei a atenção em especial para o respeito ao pedestre e à cordialidade com os outros e lá fomos nós.

Bem, para que o relato não ficasse muito longo, decidi dividi-lo, esta é apenas a primeira parte, em breve posto a continuação.

Ah! No próximo vou postar uma foto de nossa pedalada!

… …

Parte 2:

Depois de toda a orientação teórica inicial, partimos para o pedal. A Mariana estava ansiosa, apreensiva e animada, pois há muito não pedalava e se sentia muito insegura de fazê-lo. Ela tinha seus motivos que não cabe narrar aqui; o fato é que ela precisava desta ajuda.

A ida

Entramos na ciclovia lá no Humaitá. Esta parte da ciclovia é muito interrompida por semáforos, o que de fato foi bom, pois me deu muitas oportunidades se relatar as coisas à medida que as via, como ciclistas andando na contramão quase atropelando pedestres e outros males da cidade.

Paramos nos 3 semáforos até chegar à área mais contínua da ciclovia, já na Lagoa e fui orientando-a à medida que pedalava: seguia atrás dela, numa distância em que era possível me comunicar, ao mesmo tempo em que a deixava livre para alguma reação mais rápida em caso de emergência.

Durante a pedalada, falava sobre como agir em cada caso: um ciclista lento à sua frente, mães com crianças, pedestres da via (pois era uma via compartilhada),  ciclistas no sentido oposto, trechos apertados, ciclistas pedindo passagem vindo de trás etc. Em cada caso um comentário e uma ação a ser tomada.

Fiz questão de fazer o trajeto num ritmo que não a cansasse e não a deixasse insegura em relação a nada e tudo correu bastante bem.

A chegada ao destino

O trajeto em que ela solicitou ajuda previa a chegada na sua faculdade, na Lagoa, que fica na própria Epitácio Pessoa, à beira da ciclovia, mas a entrada era pela rua de trás. Como ela ainda não estava preparada para andar no trânsito, ao chegarmos à frente da faculdade, descemos das bicicletas, atravessamos o semáforo e as levamos empurradas, até a porta da faculdade.

Ao chegar lá orientei-a sobre os possíveis locais e formas de prender a bicicleta, de modo que ficasse segura e não atrapalhasse o trânsito das pessoas. Estudamos os locais possíveis, mostrei como prendê-la e conversamos um pouco para ter o feedback dela sobre o trajeto.

Nos preparamos para voltar.

A volta

Quem conhece um pouco a região sabe que a ciclovia circunda a Lagoa, de forma que seria possível voltar ao destino seguindo pelo outro lado. Fiz a sugestão a ela, pois seria uma forma de deixá-la mais segura nos 2 trajetos possíveis. E ela topou!

Fizemos o mesmo: voltamos empurrando as bikes até a ciclovia. Nesta ocasião, informei a ela que quando estivesse se sentindo mais segura e desejasse pedalar na rua, que nos chamasse novamente que lá estaríamos para ajudar.

A Mariana já estava bem mais relaxada e o pedal na volta fluiu bem: voltamos pelo lado do Leblon e Jardim Botânico, o pedal já fluía em tom de bate papo e menos em tom de orientação, pois a Mariana já estava se sentindo bem mais à vontade. Apenas chamei atenção sobre alguns pontos mais críticos e a volta fluiu como um bom passeio.

Ao final chegamos à casa da Mariana cerca de 2 horas depois da saída. Ao fim de tudo o melhor: a satisfação da ajuda e a alegria que vi nos olhos da Mariana pela sua superação.

Isso de fato não tem preço, não há dinheiro que pague!

Conforme prometido, e com a devida autorização dela, abaixo a foto de nosso pedal:

Mariana, parabéns!

Por Robson Combat

… …

Apenas um comentário final: amigos me perguntaram quanto custa a ajuda e repito aqui para ficar claro: o trabalho é voluntário, não custa nada, é de graça. Nós ajudamos porque acreditamos que a bicicleta pode melhorar a vida das pessoas.

Publicado por: bikeanjorio | 07/08/2011

E os ouros do cabeçalho vão para…

…Ernani Bezerra!

Este é o nome do autor da foto que conseguiu guardar para todo-o-sempre um pôr-do-sol especialmente lindo da cidade do Rio de Janeiro, conseguindo um jogo de cores espetacular. Notem que a foto foi tirada a partir de Niterói!

Entramos em contato e ele, muito cordialmente, autorizou a utilização de sua fotografia para fins não-comerciais e uso exclusivo do projeto Bike Anjo Rio.

As alterações, como o bike anjo e a chamada do site – quer começar a pedalar? – fui eu quem colocou, mas o Ernani não deixara nada que eu pudesse estragar. A foto é digna de louvores.

Ernani, agradecemos do fundo do coração sua disposição em contribuir para um projeto novo e voluntário, que está engatinhando e ensaiando seus primeiros passos! Sem dúvida é uma postura rara, hoje em dia, e que vale mais do que qualquer quantia financeira.

Quem tiver o interesse em conhecer o trabalho de Ernani Bezerra, acesse sua página no portal Olhares – Fotografia Online, da UOL.

A foto original e na íntegra também está disponível em sua página, nesse mesmo portal. Clique aqui para ver.

E vamos pedalar!

Daniel.

Publicado por: bikeanjorio | 02/08/2011

Com quem reclamar?

Inaugurando, agora, as postagens sobre “Controle Social”, trazemos uma pergunta importante: com quem reclamar quando se é desrespeitado no trânsito?

Primeiro vamos lembrar que o desrespeito ao ser humano no trânsito é uma problemática cultural. Não se trata de um problema deste ou daquele motorista, e sim de algo que permeia a estrutura do transporte público e da mobilidade humana de maneira geral.

Portanto, é importante deixar de lado premissas como “vou ferrar com aquele motorista”, e atentar para a contribuição que a reclamação pode fazer em um panorama mais amplo.

Não basta multar um motorista, ou demitir outro. Isso faz parte do processo, mas a qualquer momento surgem outros motoristas, formados e selecionados inadequadamente, para substituir aquele que nos ofende.

Mais uma lembrança: transporte público é uma OBRIGAÇÃO DO PODER PÚBLICO, concedido a empresas particulares. Por isso, estamos falando de um SERVIÇO PÚBLICO, cuja fiscalização e prestação adequada são de responsabilidade do Estado.

Vamos lá. Tenha sempre em mãos a linha, o número do ônibus (RJ 02 758, por exemplo), o horário e o local, além da situação detalhada.

Barcas, metrô, trem, transporte rodoviário

Quem regula é a Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (AGETRANSP). O funcionamento é de 8h às 18h de segunda a sexta-feira, no telefone 0800 285 9796. Tenha sempre em mãos: a linha, o horário e o local onde ocorreu algum problema, e a situação detalhada a se denunciar.

Transporte regular intermunicipal

Está sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Transportes. A ouvidoria funciona no telefone 2333-8664 / 2333-8665  e no email transportes@transportes.rj.gov.br. Não esqueça de anotar: a linha, o número do ônibus (RJ 02 758, por exemplo), o horário e o local, além da situação detalhada.

Transporte municipal

Fica a cargo do órgão competente do município.

  • Rio de Janeiro: Ouvidoria da Secretaria Municipal de Transportes. Telefone: 2286-8010, funcionamento das 7h às 19h.
  • Niterói: Ouvidoria da Prefeitura Municipal de Niterói. Telefone: 2622-1045
Contribua com os canais de contato do seu município!
E façamos valer nossos direitos. Enquanto nos mantivermos quietos em relação ao desrespeito ao ciclista e permitirmos que o poder público faça vista grossa ao que acontece, sem a devida fiscalização, pouco vai mudar! Tudo depende de nós.
Abraços,
Daniel.
Publicado por: bikeanjorio | 01/08/2011

Por que não pedalar no canto, junto ao meio-fio?

Inaugurando as postagens informativas – e formativas! – do blog Bike Anjo Rio, trazemos uma das questões que parecem nunca quererem calar: por que, afinal, o ciclista não deve pedalar no canto da rua, colado ao meio-fio?

A discussão é longa, e merece mais de um enfoque. No site Vá de Bike há uma reportagem muito boa, que explica de maneira bem completa e que será resumida aqui. Vá de Bike – Dicas – Parte 4: Por que ocupar a faixa? por Willian Cruz.

O que convencionou-se entre muitos ciclistas é a importância de se ocupar, pelo menos, 1/3 (um terço) da faixa, por motivos de segurança. Ao longo da postagem você vai entender por que.

O que diz a lei?

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, os motoristas devem (1) manter uma distância de 1,5 m ao ultrapassar uma bicicleta e (2) fazê-lo com uma velocidade compatível, isto é, segura. Esses dois pontos: distância e velocidade adequadas, são pilares para pensar a relação entre motoristas e ciclistas.

Outro aspecto da lei importante de ressaltar é que ela dispõe que o ciclista deve pedalar no “bordo da pista de rolamento” sem, entretanto, definir os limites desse bordo. Isso significa que não estamos numa situação de irregularidade, como muitos querem nos fazer sentir.

Segurança

  • “Dá pra passar”: essa é uma das impressões que o motorista tem quando o ciclista está colado no meio-fio. Isto é, que dá para passar entre ele e um carro que está na pista seguinte, de maneira que a distância de segurança não é respeitada.
  • Espaço para manobras: ocupando um terço da pista, garante-se um espaço para manobras no caso de um fechamento por carro, ônibus, etc.
  • Visibilidade: em vários aspectos, tanto em relação ao pedestre, que costuma olhar mais pro centro da rua, quanto em relação aos carros e demais veículos.
  • Ultrapassagens: ocupando um terço, o carro que quiser ultrapassar a bicicleta só poderá fazê-lo se a faixa seguinte estiver livre.

Pois aí estão alguns dos motivos para pedalar ocupando um terço da faixa! Não deixe de ler a reportagem indicada acima, que irá complementar com fotos e informações mais precisas essa questão.

Abraços!

Daniel.

Publicado por: bikeanjorio | 18/06/2011

Bikeanjear no Rio… um começo

Olá galera!
Eis que começa, no Rio, a iniciativa do voluntariado Bike Anjo. Meio que do nada, uma troca de e-mails, uma sugestão, empolgações e disparadores, nasce o blog, o círculo de comunicação e o mapeamento. Algo tão simples, que bastou se insinuar para agregar voluntários, dispostos a organizar a proposta no Rio

Esperamos contribuir para que mais pessoas se apropriem da bicicleta como uma alternativa viável de meio de transporte, superando a insegurança que costuma reinar ao se pensar em trânsito na região metropolitana do RJ.

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